quinta-feira, novembro 09, 2006

Greve


Pinóquio está em greve !!!
Chamaram-lhe mentiroso e essa é uma ofensa que ele não pode tolerar.
Ele que é um exemplo de seriedade e verdade, jura que nunca disse uma mentira na vida ... Sinceramente ! Já não há respeito !
Acusaram-no de não cumprir as promessas , mas isso é tudo uma grande mentira.
É verdade que o seu nariz está cada vez maior, mas e depois ... há outros que tem borbulhas, ou sinais ... e ninguém lhes chama mentiroso por isso !!!
Foi então que decidiu fazer greve !!! É uma forma de luta, de protesto contra todas as mentiras, que tem por aí espalhado ...
Até que o nariz comprido lhe tem dado um ar mais sexy, não acham ?

5 Comments:

Anonymous Celia luz said...

Hehehe João, cada vez gosto mais da tua maneira de escrever, tá um must!

10/11/06 01:17  
Anonymous Anónimo said...

Apesar de tudo, creio que o nariz encolheu alguns centímetros com a decisão de não tolerar mais a chulice do bokassa joão jardim e de fazer os bancos pagar mais impostos... Veremos se isto vai ser a sério ou se será só cosmética. É que... não nos iludamos: em resposta, a banca vai certamente inventar novas maneiras de vampirizar os clientes - tipo taxas de utilização de multibanco, taxas de netbanking, taxas de manutenção, taxas de... Aí, o nariz voltará a crescer, na medida exacta em que os nossos rendimentos encolherem... E o gajo dirá que não é nada com ele...
Abraço
C.Marley

10/11/06 14:07  
Anonymous Anónimo said...

Mas não acha que a banca deve cobrar pelos serviços que presta?

jps

11/11/06 09:52  
Blogger JC said...

Caro Chico
Com Pinóquio os bancos sairão sempre a vencer ! E também os grandes grupos económicos e as principais empresas, afinal de contas os grandes financiadores do PS (leia-se Partido do Sócrates).
Advinha quem fica sempre a perder ?

12/11/06 22:43  
Anonymous RV said...

Esta foipublicada no Público, escrita por um socialista que admiro, chamado António Barreto: Em vez de se discutirem pormenores, olhemos a Big Picture. A ler: Os socialistas desfazem tudo o que fazem. Sempre foi assim. Empregos públicos a mais. Privilégios para as corporações. Facilidades na saúde. Desperdício na educação. Obras públicas sem controlo. Laxismo nas autarquias. Desorganização da justiça. Auto-estradas sem portagem. Muito e de tudo. Abriu e fechou maternidades e escolas. Nacionalizou e reprivatizou empresas e sectores económicos. Hostilizou e seduziu os mesmos capitalistas. Perturbou e namorou a Igreja. A lista é longa. O que hoje é virtude, ontem foi pecado mortal. O que hoje é proibido, amanhã será obrigatório. O PS esteve em todas as revoluções e reformas, tal como em todas as contra-revoluções e contra-reformas. É o mais contorcionista de todos os partidos portugueses. Chegou quase sempre tarde à compreensão de algumas necessidades: resistiu à revisão constitucional, à privatização da economia, à liberalização do mercado, à regionalização e à criação do referendo, mas, quando chegou, viu-se logo como o campeão das novas causas. A história das propinas escolares e das taxas moderadoras da saúde é uma história triste de acrobacia, de adiamento e de desperdício. A história da reforma da Segurança Social é uma história exemplar de irresponsabilidade e demagogia. O que os socialistas adiam sai caro ao país.
(...) Perigosamente reduzido a um partido alicerçado na Administração Pública, com sólidas bases ancoradas nos sistemas educativo, de saúde e autárquico, o partido e o governo vêem-se agora obrigados a reduzir efectivos, despedir, congelar recrutamentos, diminuir vencimentos, baixar as pensões e cortar nos privilégios colaterais. Mais uma vez, desfaz o que fez. Se persistir, até ao fim do mandato, nas políticas que tem anunciado, terá de ir muito mais longe e prestará, talvez, insignes serviços às finanças públicas.
Mas deixará destroçada a sua clientela, os seus militantes, as suas bases e o seu eleitorado. Pelo contrário, se, como é hábito, não for tão longe quanto é necessário e enveredar pela demagogia prévia ao segundo mandato, tornará inúteis os sacrifícios actuais e voltará a deixar em crise o Estado social. Ou, mais simplesmente, o Estado.
Abraços para Todos!!

14/11/06 17:39  

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